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Sementes Urbanas aborda o tema da agricultura urbana, comparando iniciativas no Brasil e Estados Unidos.

Agricultura nas cidades

DOCUMENTÁRIO

POR thiago couto

O documentário Sementes Urbanas aborda a prática da agricultura urbana e apresenta o seu potencial transformador na vida da cidade. Tudo começa com a ONG Casa da Videira, iniciativa liderada por três famílias que decidiram plantar e criar animais em um dos metros quadrados mais valorizados de Curitiba, capital do Paraná. O jardim experimental de apenas 300 m² produz quatro toneladas de alimento por ano e passou a ser uma referência na cidade. Esse espaço se tornou um centro produtor de comida, com o cultivo de uma incrível variedade de plantas, criação de animais como cabras, coelhos e galinhas assim como um núcleo que transforma lixo orgânico da vizinhança em recurso para o solo.

Usando situações do presente e do passado, o filme apresenta as cidades como centros produtores de comida, contrapondo ao modelo vigente que transformou os agrupamentos urbanos em meros centros de consumo. O retorno ao cultivo dos alimentos perto de casa e o reequilíbrio da relação entre o homem e a terra representam um passo importante rumo à restauração dos laços comunitários e à segurança alimentar na cidade.

 

Ficha Técnica

Direção: Thiago Couto
Argumento: Claudio Oliver
Roteiro: Thiago Couto e Claudio Oliver
Produção: Alina Yaccino
Fotografia: Thiago Couto e Dago Schelin
Edição: Thiago Couto e Rafael Zilio
Animação: Rafael Zilio

Sobre a série A Hora é Agora

Promovido pela Câmara dos Deputados, o edital A Hora é Agora buscou dar visibilidade a iniciativas de organização da sociedade, que visam transformar a realidade e garantir direitos sociais, coletivos e de minorias, alguns deles expressos nos artigos 5º e 6º da Constituição Federal.

Entre 62 projetos inscritos no edital, 14 passaram à segunda fase e participaram do pitching onde defenderam presencialmente suas ideias. Sete foram escolhidas pela Comissão de Seleção. Cada proponente selecionado recebeu da Câmara 70 mil reais para serem usados na produção do programa.

Para minimizar os efeitos da concentração de mercado em São Paulo e no Rio de Janeiro, o edital inovou. Promoveu competições regionais e propôs premiar, pelo menos, uma proposta de cada região do Brasil. Dessa forma, as produtoras do Norte competiram apenas com empresas de sua área geográfica. O edital A Hora é Agora foi a primeira seleção pública de propostas audiovisuais a usar essa lógica, que havia sido recomendada pelo Fórum de TVs Públicas do Brasil.